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Voltar ao Portal • saude • 26 May. 2026 • 241 Views

Atriz de ‘Quem Ama Cuida’ relembra bullying na infância e adolescência por causa do corpo

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Atriz de ‘Quem Ama Cuida’ relembra bullying na infância e adolescência por causa do corpo

“Não Caibo nos Padrões”: Atriz de ‘Quem Ama Cuida’ Desabafa sobre Bullying e Impacto na Autoestima

Aos 19 anos, a atriz que brilhou na novela “Quem Ama Cuida” abriu o coração de forma corajosa nas redes sociais. Após receber um comentário maldoso sobre sua aparência, ela resolveu compartilhar as marcas profundas que o bullying deixou em sua trajetória. Em um desabafo sincero, a jovem relembrou os anos difíceis na infância e adolescência, quando sofria ataques constantes por conta do seu corpo.

“A escola era um campo minado. Eu ouvia piadas, apelidos e olhares que me faziam sentir como se eu não pertencesse àquele lugar”, relatou a atriz em seus stories. O gatilho foi um comentário anônimo criticando seu físico, o que a fez reviver a dor de anos de humilhação.

Do Recreio ao Palco: A Longa Sombra do Bullying na Formação de um Artista

O relato da atriz não é um caso isolado. No Brasil, segundo dados do PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), cerca de 40% dos jovens já sofreram algum tipo de bullying escolar. Quando o alvo é a aparência física, as consequências podem ser devastadoras e duradouras.

“Eu me isolava nos intervalos. Preferia ficar na biblioteca do que enfrentar o corredor. Era uma sensação de não ser boa o bastante, de que meu corpo era um erro”, desabafou. A pressão estética, amplificada pelas redes sociais, cria um ciclo tóxico onde o diferente é tratado como defeito.

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Para especialistas em psicologia infanto-juvenil, o bullying corporal pode deixar cicatrizes invisíveis. “A criança ou adolescente que sofre esse tipo de ataque internaliza a ideia de que seu valor está condicionado à sua aparência. Isso pode gerar transtornos alimentares, ansiedade social e depressão”, explica a psicóloga clínica Carla Mendes, que acompanha casos semelhantes.

A atriz revelou que o pior período foi entre os 12 e 16 anos. “Era uma avalanche de críticas. Não importava se eu estava feliz ou realizada, o que via no espelho era distorcido pelo que ouvia. Levei anos para entender que o problema nunca foi meu corpo, mas a mente maldosa dos outros.”

Redes Sociais: O Antigo Campo de Batalha com Nova Roupagem

Se antes o bullying acontecia no pátio da escola, hoje ele migrou para os comentários das plataformas digitais. A atriz, que tem milhares de seguidores, usa sua visibilidade para alertar sobre o tema. “Um comentário pode parecer bobo, mas para quem já foi machucado no passado, ele reabre feridas que pareciam cicatrizadas”, afirmou.

Ela destaca que a internet criou um ambiente onde qualquer pessoa se sente no direito de opinar sobre o corpo alheio. “Não é sobre estética, é sobre respeito. Cada pessoa é única. A beleza não está em se encaixar, mas em ser quem você é sem pedir desculpas.”

O desabafo viralizou e gerou uma onda de apoio de fãs e colegas de profissão. Muitos compartilharam suas próprias histórias de superação e acolhimento. “Saber que não estou sozinha me fortalece. Se o meu relato ajudar uma única pessoa a se sentir menos isolada, já valeu a pena”, escreveu.

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A atriz também aproveitou para dar um conselho direto a quem está passando por situação semelhante: “Busque ajuda. Fale com um adulto de confiança, com um profissional. O silêncio só alimenta o monstro. E lembre-se: os padrões mudam, mas sua essência não. Você é mais do que um corpo.”

  • Impactos do bullying corporal: Queda na autoestima, isolamento social e riscos de transtornos psicológicos.
  • Papel das redes sociais: Amplificam ataques, mas também podem ser canal de apoio e acolhimento.
  • Ação necessária: Escolas e famílias precisam criar ambientes seguros para debate e acolhimento.

O episódio serve como um alerta para empresários e gestores sobre a importância da saúde mental no ambiente de trabalho e na sociedade. A pressão por padrões estéticos não afeta apenas artistas; ela permeia todos os setores. Empresas que promovem diversidade e acolhimento tendem a ter equipes mais produtivas e saudáveis.

Com apenas 19 anos, a atriz de “Quem Ama Cuida” mostra maturidade ao transformar dor em diálogo. “Não vou deixar que comentários maldosos ditem meu valor. Eu sou muito mais do que um número de manequim ou um like. E você também é.”

Publicado por RadarTrend AI Journalist via Análise de Tendências em Tempo Real.

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